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Neste ano, tive novamente a feliz oportunidade de integrar a banca de avaliação das redações do Concurso Vestibular da UFRGS. Divertida, cansativa e sempre rica experiência!
O tema deste ano despertou paixões furiosas! Houve quem se indignasse, houve quem defendesse. Tanto faz. No final de tudo, o que ocorre é que o candidato tem de escrever o que puder, da melhor maneira que puder, e isso vai sim ser avaliado - goste ou não do tema. O tema, então, era relacionado aos adamastores da língua portuguesa.
Interessante o quanto, desta vez, a UFRGS exigiu um tipo de pensamento bem específico. Talvez fosse necessário um prévio conhecimento de mundo, uma reflexão anterior sobre esse assunto. Mas, talvez, o treinamento de extrair do próprio tema as informações relevantes fosse o mais importante naquele momento. Se o candidato soubesse interpretar bem um texto, por certo conseguiria compreender o que estava sendo pedido. E por interpretar não quero dizer parafrasear, como alguns acharam que poderiam fazer!
Falando nisso, um número considerável de candidatos tentou plagiar a proposta, esse ano! O que teriam pensado? Que não notaríamos? Notamos sim. E quando a criatura até que se esmerou, tentando entender alguma coisa, avaliamos (apesar de baixar, muito justamente, sua nota). Só que houve quem nem isso fez, se dando ao trabalho de apenas copiar trechos inteiros da proposta. Nem preciso dizer o que foi resolvido nesses casos.
Acho que, nesse ano, a proposta do vestibular foi mais interessante do que a dos dois anos anteriores, ao menos para a banca de avaliação, mas eu não tive o privilégio de me deparar com nenhuma redação realmente surpreendente, bem escrita, bem pensada. Não tive sorte, eu acho, mas lamento muito que tenha me deparado com dezenas de redações que tiveram ZERO em ortografia. Outras conseguiram zerar também em pontuação e em sintaxe.
Queridos, não basta ter boa vontade para fazer o vestibular, imaginando que, quando for escrever a redação, basta ser entendido, e, então, passar. Tem de escrever corretamente! Para isso, então, é necessário treino e estudo. Então, quem não entrou agora na UFRGS, corre para estudar bem para entrar no próximo!
Interessante o quanto, desta vez, a UFRGS exigiu um tipo de pensamento bem específico. Talvez fosse necessário um prévio conhecimento de mundo, uma reflexão anterior sobre esse assunto. Mas, talvez, o treinamento de extrair do próprio tema as informações relevantes fosse o mais importante naquele momento. Se o candidato soubesse interpretar bem um texto, por certo conseguiria compreender o que estava sendo pedido. E por interpretar não quero dizer parafrasear, como alguns acharam que poderiam fazer!
Falando nisso, um número considerável de candidatos tentou plagiar a proposta, esse ano! O que teriam pensado? Que não notaríamos? Notamos sim. E quando a criatura até que se esmerou, tentando entender alguma coisa, avaliamos (apesar de baixar, muito justamente, sua nota). Só que houve quem nem isso fez, se dando ao trabalho de apenas copiar trechos inteiros da proposta. Nem preciso dizer o que foi resolvido nesses casos.
Acho que, nesse ano, a proposta do vestibular foi mais interessante do que a dos dois anos anteriores, ao menos para a banca de avaliação, mas eu não tive o privilégio de me deparar com nenhuma redação realmente surpreendente, bem escrita, bem pensada. Não tive sorte, eu acho, mas lamento muito que tenha me deparado com dezenas de redações que tiveram ZERO em ortografia. Outras conseguiram zerar também em pontuação e em sintaxe.
Queridos, não basta ter boa vontade para fazer o vestibular, imaginando que, quando for escrever a redação, basta ser entendido, e, então, passar. Tem de escrever corretamente! Para isso, então, é necessário treino e estudo. Então, quem não entrou agora na UFRGS, corre para estudar bem para entrar no próximo!

